quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Em comentário ao texto de Luiz Zanin no Estadão de 26ago09

blog.estadao.com.br/blog/zanin/

Luiz, gostei muito da frase "Dramaticamente, mostra que a democracia e a aceitação da diferença são bens sempre precários". Nossos pais ensinam valores e cabe a nos perceber que eles são ambíguos. A próxima etapa é se aproveitar do conhecimento da ambiguidade para achar o "elo entre o enganado e o enganador" (trecho do texto de Roberto DaMatta na mesma página do Estadão de 26ago09) e praticar o amor, não a guerra.... ou pelo menos tentar.

Luiz é critico de cinema e escreve para o jornal O Estado de São Paulo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Em comentário a um artigo de Roberto DaMatta no Estadão de quarta 26ago09

www.imil.org.br/artigos/voce-nao-vale-nada-mas-eu-gosto-de-voce/

Roberto, seu texto de hoje no Estadão contribuiu para um "sair de casa" mais leve e agradável, separei a seguinte frase maior responsável por esta sensação, "É necessário "..." amorosamente procuraram saber onde estava o elo entre o enganado e o enganador. O amor, a esperança e a eventual transformação estão na tentativa de saber por quê."
Sou comerciante e vejo nesta frase um pouco da difícil tarefa do vendedor, convencer o comprador de que ele está comprando aquilo por que vai ser melhor para ele... As vezes o enganado e o enganador se confundem o ignorante não é tão leviano e o inteligente não é tão esperto.
Já saí do Brasil duas vezes e acabei voltando para apanhar tanto que talvez tenha que sair novamente, não, o amor não aprende com os erros, antes um coração mole-bobo do que um gelo-inteligente.

Sim, é maravilhoso procurar sempre o elo entre o Estadão e o Lula, entre o marido e o Ricardão, entre a praia e o interior.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Exercito americano na Colômbia


De um lado temos os EUA que une o treinamento de seus militares á necessidade de combater o consumo de drogas em seu próprio pais para fazer acordos com a Colômbia, país que, "do mesmo lado", precisa combater uma organização armada e violenta que se sustenta principalmente do tráfego de drogas, as FARC.
Do outro lado temos Hugo Chavez e alguns de seus seguidores entre eles Correa, presidente do Equador, contra os EUA e tudo que eles fazem ou façam. O problema destes dois países com os EUA é que este último não gosta de ninguém que não pratique a democracia aberta. Venezuela e Equador, mesmo que governados por presidentes democraticamente eleitos são autoritários a ponto de serem imperialistas e praticam a briga contra as liberdades puras e simples dentre elas inclusa a de imprensa.
Geograficamente a Colômbia está entre Equador e Venezuela e as FARC ocupam principalmente a Colômbia mas também partes dos outros dois países perto das respectivas fronteiras.
Até aqui se cada qual praticasse suas políticas e restringisse seus acordos a seu território (cada um no seu quadrado) não teríamos muito razão para conflito. Mas nada é tão simples, se o vizinho da mesa ao lado fumar a fumaça vai sim atrapalhar meu almoço e se o vizinha fizer uma festa com banda até 3 horas da manhã eu só vou conseguir dormir depois das 3hs, mesmo que cada um esteja respeitando - cada um no seu quadrado.
Já a anos existem várias queixas de que Hugo Chavez vende armas para as FARC e tem aqueles que ainda afirmam que ele é conivente com o transito das drogas pelo seu pais.
Então uma pergunta que precisa ser respondida é, a ajuda dos EUA na Colômbia tem sido focada nas drogas, isto tem contribuído para a diminuição do tráfego e produção de drogas na Colômbia?
Respondendo a esta pergunta, independente de qual seja, a Colômbia ajuda a minimizar os atritos gerados na região pela parceria com EUA. E Uribe, assim como os EUA parecem estar caminhado nesta direção.
No demais é importante não perder o foco do problema que é sem dúvidas o governo de Chavez que contribui com o tráfego e que com isto abre portas na legalidade para uma organização violenta como as FARC acessar armas que seriam muito mais difíceis de obter por outra via. Eu gostaria de ver os sul americanos, Lula e Chile, pegando mais e melhor nos pé de Hugo Chaves por exemplo com processo em corte internacional.

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Sinceridade ou talvez o silêncio em vez do vão mas não ao redor ou a falsidade. 
Perder é uma arte, não perder é impossível.

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