domingo, 23 de maio de 2010

O primeiro de Dusseldorf

O animador desanimo de vir para um país tão evoluído quanto a Alemanha cheio da certeza de que falando inglês serei ou seria capaz de conversar com todos e qualquer um. Ao invez disto estou me sentido isolado, tão mais que na Bolívia onde estive a pouco que quero inclusive culpar o jeito fechado dos alemães.

O isolamento é tanto que pego ônibus para a direção errada, não consigo alugar uma bicicleta e tenho dificuldade para comer aquilo que quero. Felizmente o café é bom e farto.

É assim que os dias passam rápido, eu achei que ia passar numa padaria básica e comprar um sanduíche para comer no caminho da piscina mas o lugar estava fechado, parei em um bar que me serviu ovos mexidos com bacon, salada e torrada. Estou no segundo café, enrolando pois afinal a digestão vai ser mais longa que o esperado, nessas já são quase 14 horas e eu ainda não nadei.

É domingo e eu que havia cogitado comprar uma linha telefônica para principalmente conseguir alugar uma bicicleta provavelmente não vou conseguir, mais um dia sem bicicleta.

O lugar é lindo, estou de um lado do rio e a cidade que me interessa esta do outro, atravessar o rio é um prazer ele é grande a urbanização é cautelosa. Na parte interna da curva estão "as" praias, o gramado e a pista de cooper do meu lado. Do outro a margem é “canalizada” com paredes enormes que bloqueiam o avanço natural das águas que lá batem. Passam barcos enormes tanto industriais levando pedras, containers e tudo mais quanto de passeio levando pessoas os barcos também são bonitos e quando fazem a curva do rio agente fica na expectativa de que vão bater no outro que vem na direção oposta.

Estamos em abril, a temperatura circula entre 3 e 17o. Celsius, para mim o frio é desanimador o vento cortante agressivo.

Para ver no youtube alugando bike em Dusseldorf

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Sinceridade ou talvez o silêncio em vez do vão mas não ao redor ou a falsidade. 
Perder é uma arte, não perder é impossível.

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