sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Vegetarianismo


Vegetarianismo não é só uma questão de habito alimentar, trata-se de um protesto, um movimento.

Quase sempre um dos motivos pelo qual o indivíduo não come carne é por que não quer que o animal sofra.

Jonathan Safran Foer, vegetariano, escreveu um livro que fala das atrocidades cometidas com animais de abate. São diversas, com as galinhas então nem se fala, hormônio, privação de se mexer, queimam os bicos das bichas para elas não se bicarem, as vezes ficam sem ver a luz do dia ou nunca encostam o chão e assim vai. Ninguém deseja isto para o pior inimigo. O escritor ainda aborda a contribuição da indústria do “abate” no aquecimento global. Não vou entrar em detalhes, não li o livro, apenas alguns textos e uma entrevista. O livro deve ser bom pois não faltam comentários a respeito.

Cria-se todo tipo de animal para abate, na China (estive na China, os caras são legais) comem cachorro, gafanhoto, em fim quase tudo que se meche. Não vou entrar no mérito da diferença cultural, nós criamos vacas para comer, eles criam cachorro. Você sabia que na Suíça come-se carne de cavalo? É fato, eu já comi.

Então não vou mais comer carne por que a indústria do trato deste alimento contribui muito com o aquecimento global ou por que é transgênico. E a indústria de grãos – farinha, soja, milho – ou qualquer outra, qual é a contribuição deles (ou minha) no aquecimento global, e as alterações genéticas? Sei que no caso da soja a transformação genética é tão intensa que o adubo e o pesticida são vendidos em combinação com o grão que se compra. Medonho. Também não vale a pena falar das tão boas e já quase velhas uvas sem caroço.

As plantas também são vivas, as plantações de grãos são dizimadas a cada colheita. Já o abacateiro é sempre o mesmo! Até que alguém decida que é mais lucrativo plantar milho ou cana de açúcar no lugar.

Eu acredito que o homem possa viver sem a proteína da carne, afinal, eu me adapto a tanta coisa, horas de transito por semana, horas de um trabalho chato que não leva nada a lugar nenhum e ainda contribui e muito com o aquecimento global e assim vai.

Mas se a questão é o protesto, eu compro galinha selvagem e ovos de galinhas livres. Diga-se de passagem, entre consumir carne ruim e não consumir sou mais a segunda opção. Sou então um vegetarianista kkk nunca fui vegetariano!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Massa de macarrão

A massa é uma combinação de ovos e farinha, diz-se 1/2kg de farinha para cada 5 ovos. O negócio é sovar até obter uma consistência aveludada, ao longo do processo se precisar adicionar um dos dois ingredientes, manda bala. Eu usei meio a meio farinha integral e farinha normal - aquela dona benta, de fazer bolo. Pessoal fala de colocar sal e pitada de azeite, acho mais legal coloca-los depois na água. Obtido o aveludado, envolva em saco plástico e coloque na geladeira por meia hora. A espera garante que a massa tome corpo, o saco que não haja influencia externa na farinha - que está absorvendo o ovo.

A geladeira é coisa do Jamie Oliver, deve ser por que no clima quente e úmido da Inglaterra o ovo deve estragar em meia hora!

;-)

Tire a massa da geladeira e do plástico!

Use a mesma bancada que vc já usou para sovar a massa, polvilhe um pouco mais de farinha - agora só farinha clara, a integral vai atrapalhar por que absorve mais rápido a umidade do ar.

Para abrir a massa faça movimentos do centro para as extremidades, vire a "pizza" de tempos em tempos e se necessário polvilhe mais farinha. A grossura da massa que vc obtiver é praticamente o que vai comer mais tarde, ela ganha muito pouco volume na água fervente.

Enrole a massa e corte em fatias, como se tivesse cortando um rocambole. Depois pegue fatia por fatia e desenrole. Isto dá certo por que vc polvilhou bem a massa ao abri-la! Não há necessidade de esperar o que quer que seja, neste momento sua massa está pronta para entrar na água fervente. Água que recebeu bastante sal quando ainda estava fria e que antes de receber o macarrão ganhou um filete de óleo ou azeite.

O tempo de cozimento varia entre o momento em que ela começa a boiar e até uns 7 minutos, depende de sua preferência.

Bom apetite!

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Sinceridade ou talvez o silêncio em vez do vão mas não ao redor ou a falsidade. 
Perder é uma arte, não perder é impossível.

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