sábado, 28 de dezembro de 2013

Tempo

Tempo

O tempo é implacável, não para.
Só quando não há nada, não existe o tempo, lá, no nada o tempo não conta, também não vale nada.
Mas então como é que acabou o nada, chegaram as coisas e então o tempo começou a contar?
Esta é uma pergunta de um milhão de dólares, lá onde não há nada, a existência do tempo é indiferente? Então quem chegou primeiro, foi o tempo ou foi alguma coisa que amadurece com o tempo, como o resto, e então passou-se a contar o tempo?
Por que diabos, tudo se transforma com o tempo?
Puts! Se o cara já não consegue responder quem chegou primeiro, se o ovo ou a galinha? Agora danou-se, quem chegou primeiro, o tempo ou alguma coisa?
Tudo bem então, vamos admitir que o nada não existe?
O zero é que não pode ser nada, afinal quando ele está na direita ele pode fazer uma diferença enorme.
Nada só existe quando relativo. Seria isto: -Não tem nada em cima da mesa.
Essa ficou fácil! ...mas e o ar! Kkk Não, é claro que o ar não conta. Bem, então, por que o tempo contaria?
Mas o que existiu antes da terra, antes do sistema solar, antes da galáxia, antes do tempo? Antes do tempo...
O tempo não conta para os espíritos, por que os espíritos são eternos. É o negócio do mundo que não conhecemos, do mundo não material, lá onde talvez exista o tal nala. Mas e os espíritos?
O tempo é igual para todos, sim, para a terra para o micróbio, bactéria, para os seres extraterrestres... espera aí, se estes últimos não existem então o tempo não é o mesmo para eles! Bravo!
Ou não, o tempo não é exatamente o mesmo para todos, afinal, eu nunca consegui fazer uma prova no tempo pré-determinado, e os outros conseguem. É culpa do tempo, que é diferente para cada um.
Eu vou viver mais tempo tá!
É curioso, quando vejo minha cachorra brincando eu relaxo e de repente o tempo parece não contar mais, parece um tempo interminável de tranquilidade. Já para aquela menina que tem medo de cachorro o tempo talvez seja diferentes.
Então, se o tempo não é o mesmo para todos, ele deixaria de existir lá no nada?
Ou então aquilo não era nada. Quero dizer, aquilo era alguma coisa pois ainda existia o tempo. Então volta a pergunto, o que foi ou será o nada, será que o nada não existe... era só o que faltava né, o nada não existe...
É conhecido dizer “puxa o ano passou voando” e ao mesmo tempo, “ainda bem que o dia foi longo, deu para fazer quase tudo”.
Pesquisadores tentam mostrar que o tempo não é o mesmo para todos, no documentário que vi mostravam uma sequencia de fotos com tempo de apresentação igual para todas elas. Dentre as fotos uma era mais chocante, tipo um cara ou uma mocinha nua. Pronto, a maioria dos entrevistados, ao serem questionados, diziam que a foto “chocante” tinha ficado “bem” mais tempo que as outras na tela do computado (ipad, não faz tanto tempo que a pesquisa foi feita). Que desta forma está provado que o cérebro interpreta o tempo, meio que como isto lhe convêm. Aí viram que tenha uns caras que acharam que a foto do cara nu não tinha ficado mais tempo e aí é obvio que esta cara é gay por que ele queria ter visto aquela foto por mais tempo. Não, este último trecho do gay é palhaçada!

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Sinceridade ou talvez o silêncio em vez do vão mas não ao redor ou a falsidade. 
Perder é uma arte, não perder é impossível.

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