quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Em comentário a um artigo de Roberto DaMatta no Estadão de quarta 26ago09

www.imil.org.br/artigos/voce-nao-vale-nada-mas-eu-gosto-de-voce/

Roberto, seu texto de hoje no Estadão contribuiu para um "sair de casa" mais leve e agradável, separei a seguinte frase maior responsável por esta sensação, "É necessário "..." amorosamente procuraram saber onde estava o elo entre o enganado e o enganador. O amor, a esperança e a eventual transformação estão na tentativa de saber por quê."
Sou comerciante e vejo nesta frase um pouco da difícil tarefa do vendedor, convencer o comprador de que ele está comprando aquilo por que vai ser melhor para ele... As vezes o enganado e o enganador se confundem o ignorante não é tão leviano e o inteligente não é tão esperto.
Já saí do Brasil duas vezes e acabei voltando para apanhar tanto que talvez tenha que sair novamente, não, o amor não aprende com os erros, antes um coração mole-bobo do que um gelo-inteligente.

Sim, é maravilhoso procurar sempre o elo entre o Estadão e o Lula, entre o marido e o Ricardão, entre a praia e o interior.

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Sinceridade ou talvez o silêncio em vez do vão mas não ao redor ou a falsidade. 
Perder é uma arte, não perder é impossível.

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