terça-feira, 4 de agosto de 2009

Exercito americano na Colômbia


De um lado temos os EUA que une o treinamento de seus militares á necessidade de combater o consumo de drogas em seu próprio pais para fazer acordos com a Colômbia, país que, "do mesmo lado", precisa combater uma organização armada e violenta que se sustenta principalmente do tráfego de drogas, as FARC.
Do outro lado temos Hugo Chavez e alguns de seus seguidores entre eles Correa, presidente do Equador, contra os EUA e tudo que eles fazem ou façam. O problema destes dois países com os EUA é que este último não gosta de ninguém que não pratique a democracia aberta. Venezuela e Equador, mesmo que governados por presidentes democraticamente eleitos são autoritários a ponto de serem imperialistas e praticam a briga contra as liberdades puras e simples dentre elas inclusa a de imprensa.
Geograficamente a Colômbia está entre Equador e Venezuela e as FARC ocupam principalmente a Colômbia mas também partes dos outros dois países perto das respectivas fronteiras.
Até aqui se cada qual praticasse suas políticas e restringisse seus acordos a seu território (cada um no seu quadrado) não teríamos muito razão para conflito. Mas nada é tão simples, se o vizinho da mesa ao lado fumar a fumaça vai sim atrapalhar meu almoço e se o vizinha fizer uma festa com banda até 3 horas da manhã eu só vou conseguir dormir depois das 3hs, mesmo que cada um esteja respeitando - cada um no seu quadrado.
Já a anos existem várias queixas de que Hugo Chavez vende armas para as FARC e tem aqueles que ainda afirmam que ele é conivente com o transito das drogas pelo seu pais.
Então uma pergunta que precisa ser respondida é, a ajuda dos EUA na Colômbia tem sido focada nas drogas, isto tem contribuído para a diminuição do tráfego e produção de drogas na Colômbia?
Respondendo a esta pergunta, independente de qual seja, a Colômbia ajuda a minimizar os atritos gerados na região pela parceria com EUA. E Uribe, assim como os EUA parecem estar caminhado nesta direção.
No demais é importante não perder o foco do problema que é sem dúvidas o governo de Chavez que contribui com o tráfego e que com isto abre portas na legalidade para uma organização violenta como as FARC acessar armas que seriam muito mais difíceis de obter por outra via. Eu gostaria de ver os sul americanos, Lula e Chile, pegando mais e melhor nos pé de Hugo Chaves por exemplo com processo em corte internacional.

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Sinceridade ou talvez o silêncio em vez do vão mas não ao redor ou a falsidade. 
Perder é uma arte, não perder é impossível.

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