sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Em crítica ao que escreveu Paulo Sotero...

... ao Estadão em 16 de outubro 2009.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091016/not_imp451287,0.php



Estou indignado com comentários de jornalistas que, mesmo contra o governo, aparentemente consentem com a idéia de que a embaixada brasileira está invadida e não "é culpa nossa” ou do Brasil. - Diga se de passagem vejo a fuga da responsabilidade (ou culpa) um problema crônico no nosso sistema judiciário e isto acaba servindo de exemplo para o povo. - Me refiro tanto ao indivíduo que deixa sua calçada suja e promove o tombo dos transeuntes quanto ao individuo que anda sem olhar por onde pisa.
A postura correta seria oferecer asilo e retira Zelaya do pais ou entrega-lo as leis e regras da justiça e constituição de seu próprio pais, ambos mediante curta conversa com o “requerente”. Ou seria normal deixar que alguém entre em minha casa e use minhas dependências a ponto de atrapalhar ou pior, impedir minha rotina de trabalho.
O Itamatati e o Lula são responsáveis pelo que Zelaya faz na e a partir da embaixada Brasileira em seu próprio pais.
A estranheza dos vários paises presentes no cenário internacional deriva principalmente da postura “não é culpa nossa” que o Brasil tem tomado no caso Honduras. Esta postura, atribuída a Lula, vai sem dúvidas afetar sua imagem internacionalmente, pena que nós aqui não demonstramos a mesma condição crítica.
Fica para cenas dos próximos emocionantes capítulos, o que surgirá da visita de Ahmadinejad, presidente do Irã, a Lula no final deste mês e, ainda mais picante, com a visita prometida pelo embaixador do Brasil nos EUA, de Barack Obama para o final do ano.

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Sinceridade ou talvez o silêncio em vez do vão mas não ao redor ou a falsidade. 
Perder é uma arte, não perder é impossível.

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