quinta-feira, 9 de julho de 2009

Lei anti fumo

Em comentário ao texto escrito por Demétrio Magnoli no jornal Estadão de quinta 09 de julho.

Os pontos que me chamaram atenção e que desejo comentar aqui são "Numa sociedade que preza a liberdade, o direito dos não-fumantes ficaria preservado pela simples informação de que determinado bar ou restaurante se destina a fumantes" e a comparação da _exclusão social do fumante_ (minha interpretação) com a perseguição do humano "perfeito" pela elite político/militar alemã do inicio do século 20.

Seria a solução correta impor ao bar a decisão de ser um bar fumante ou não fumante, ou seja a fumaça está completamente liberada ou está completamente proibida. Como isto se aplicaria nos prédios residenciais e comerciais, seriam obrigatórios fumodromos cercados por paredes e equipados com exautores. Não é viável, esta foi a tentativa anterior oferecida pelas leis anti tabagismo mais brandas.

Como fica o individuo fumante que mora em um apartamento e não pode fumar no pois tem filhos pequenos e para piorar trabalha em prédio comercial. Será obrigado a fumar na rua e expor ainda mais seu vício ao público e crianças que por ali ainda são livres de trafegar.

Sim, é apenas uma lei eleitoreira baseada nas estatísticas mas que por hora me atende melhor que as anteriores mesmo que eu esteja muito distante de ser um humano perfeito.

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